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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Lista dos candidatos com sinal amarelo que foram eleitos

05/10/2010 - 07h00
Lista dos candidatos com sinal amarelo que foram eleitos
Fonte: Congresso em Foco

Veja a seguir a lista dos candidatos que receberam o sinal amarelo do site Congresso em Foco e que foram eleitos. O sinal amarelo foi dado a candidatos que se enquadram em, pelo menos, um dos critérios abaixo:

- Foram barrados pela ficha limpa;
- São réus em ações penais;
- Foram denunciados como integrantes do esquema dos sanguessugas;
- Tiveram parecer pela cassação nos conselhos de Ética da Câmara ou do Senado;
- Foram presos em operações das polícias Civil e Federal

Lista por estado:

Acre

Nenhum foi eleito.

Alagoas

Antonio Albuquerque (PTdoB) – eleito deputado estadual - preso em 2008 na Operação Ressurgere. Responde por crime de pistolagem e formação de quadrilha. Foi preso juntamente com o deputado Cícero Ferro e outros aliados. O parlamentar teria participação no assassinato do policial militar José Gonçalves da Silva Filho, em 1996. Foi solto por habeas corpus. Em depoimento à Justiça, um ex-tenente-coronel da Polícia Militar ratificou as acusações.

Renan Calheiros (PMDB) – eleito senador. Teve o pedido de cassação recomendado pelo Conselho de Ética duas vezes em 2007, quando renunciou à Presidência do Senado em meio a uma série de denúncias. O pedido foi rejeitado pelo Plenário. Outras três denúncias contra Renan foram arquivadas no Conselho à época.

Amapá

Dalva Figueiredo (PT) – eleita deputada federal – réu na Ação Penal 491 (prevaricação e falsidade ideológica. Data de autuação: 07/07/2008) – (conhecida como Prof. Dalva)

Sebastião Bala Rocha (PDT) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 508 (corrupção passiva, prevaricação e crimes da Lei de Licitações. Data de autuação: 21/10/2008). Preso em 2004 na Operação Pororoca, acusado de peculato, formação de quadrilha, prevaricação, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e inserção de dados falsos no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf). Outras 20 prisões foram realizadas em Macapá. O eleito é suspeito de ter fraudado R$ 103.565.460,63 em obras públicas.

Amazonas

Sabino Castelo Branco (PTB) – eleito deputado federal - réu na Ação Penal 538 (peculato. Data de autuação: 19/05/2010)

Bahia

Maurício Trindade (PR) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 510 (tráfico de influência. Data de autuação: 28/04/2009)

Roberto Britto (PP) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 512 (corrupção eleitoral). Data de autuação: 29/04/2009

Josias Gomes (PT) - eleito deputado federal - teve parecer pela cassação no Conselho de Ética, a partir da apuração da CPI dos Correios que investigou o caso do mensalão. Foi absolvido no plenário da Câmara

Ceará

Aníbal Gomes (PMDB) – eleito deputado federal - réu na Ação Penal 347 (Crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos ou valores. Data de autuação: 03/09/2003)

Distrito Federal

Cristiano Araújo (PTB) – eleito deputado distrital – barrado com base na Lei da Ficha Limpa – entrou com recurso e concorreu.

Goiás

Carlos Alberto Lereia (PSDB) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 499 (Lesões corporais). Data de autuação: 25/09/2008

Sandro Mabel (PR) – eleito deputado federal – réu nas Ações Penais 352 (Crimes contra a ordem tributária. Data de autuação: 26/09/2003) e 410 (Crimes contra a ordem tributária. Data de autuação: 05/10/2006)

Maranhão

Cleber Verde (PRB) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 497 (Crime contra a administração em geral, inserção de dados falsos em sistema de informações.
Data de autuação: 05/09/2008)

Mato Grosso

Carlos Bezerra (PMDB) – eleito deputado federal – é réu na Ação Penal 520 (Peculato, crime contra a administração em geral, crime contra a Lei de Licitações. Data de autuação: 06/10/2009)

Minas Gerais

Ademir Camilo (PDT) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 404 (Falsificação de documento público. Data de autuação: 15/05/2006)

Aelton Freitas (PR) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 341 (Crime de responsabilidade). Data de autuação: 07/08/2003

Eduardo Azeredo (PSDB) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 536 (peculato e lavagem ou ocultação de bens. Data de autuação: 13/05/2010).

Mato Grosso do Sul

Marçal Filho (PMDB) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 530 (Crime contra a ordem tributária e falsidade ideológica. Data de autuação: 19/03/2010).

Paraná

Abelardo Lupion (DEM) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 425 (Crime eleitoral. Data de autuação: 03/05/2007)

Fernando Giacobo (PR) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 345 (Formação de quadrilha, falsidade ideológica e crime contra a ordem tributária (c/parecer da PGR pela extinção da punibilidade). Data de autuação: 22/08/2003

Pará

Flexa Ribeiro (PSDB) – eleito senador - preso em 2004 na Operação Pororoca, acusado de participar, através de sua empresa, a Engeplan, de um esquema de fraudes em concorrências públicas. O valor total das obras fraudadas, de acordo com a investigação, ultrapassou R$ 103 milhões.

Lira Maia (DEM) – eleito deputado federal – réu nas Ações Penais 524 (Crime contra a Lei de Licitações. Data de autuação: 09/11/2009); 484 (Crime de responsabilidade. Data de autuação: 30/04/2008); 517 (Crime de responsabilidade. Data de autuação: 26/06/2009); 518 (Crime de responsabilidade. Data de autuação: 29/06/2009)

Josué Bengtson (PTB) - eleito deputado federal. Foi um dos deputados denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 10734-65.2007.4.01.3600) na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

Raimundo Santos (PR) - eleito deputado estadual. Foi um dos deputados denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 6234-19.2008.4.01.3600 na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, lavagem de dinheiro e contra a Lei de Licitações.

Wladimir Costa (PMDB-PA) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 528 (Investigação penal). Data de autuação: 25/02/2010

Paraíba

Benjamin Maranhão (PMDB) - eleito deputado federal - Foi um dos denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 28393-19.2009.4.01.3600 na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e contra a Lei de Licitações.

Pernambuco

Nenhum eleito.

Piauí

Nenhum eleito

Rio Grande do Norte

Nenhum eleito.

Rio de Janeiro

Neilton Mulim (PR) – eleito a deputado federal - barrado com base na Lei da Ficha Limpa

Paulo Feijó (PR) - eleito a deputado federal pelo PR. Foi um dos deputados denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 11894-28.2007.4.01.3600 na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

Rio Grande do Sul

Sérgio Moraes (PTB-RS) – eleito a deputado federal – réu nas Ações Penais 416 (Crimes de responsabilidade (c/ parecer da PGR pela condenação). Data de autuação: 22/03/2007) e 448 (Crimes de responsabilidade. Data de autuação: 10/08/2007)

Fernando Marroni (PT) – eleito a deputado federal – réu na Ação Penal 523 (Crime contra a Lei de Licitações). Data de autuação: 29/06/2009

Rondônia

Ivo Cassol (PP) – eleito senador - barrado com base na Lei da Ficha Limpa – entrou com recurso.

Nilton Capixaba (PTB) – eleito deputado federal – Foi apontado pela CPI dos Sanguessugas como um dos coordenadores do esquema no Congresso. Responde ao processo 15430-13.2008.4.01.3600 na Justiça de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Valdir Raupp (PMDB) – eleito senador – réu nas Ações 383 (crimes contra o sistema financeiro nacional. Data de autuação: 26/10/2004) e 358 (Peculato. Data de autuação: 23/10/2003)

Carlos Magno (PP) – eleito deputado federal - preso em 2006 na Operação Dominó, foi acusado de envolvimento com o esquema de desvio de dinheiro público. Na época era vice-governador de Rondônia e tinha acabado de deixar a Casa Civil.

São Paulo

Valdemar Costa Neto (PR) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 470 (Crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, quadrilha ou bando, crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos ou valores. Data de autuação: 19/04/2007)

Paulo Pereira da Silva (PDT) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 421 (Estelionato, crimes contra a fé pública e concussão. Data de autuação: 25/04/2007)

João Paulo Cunha (PT) – eleito a deputado federal – réu na Ação Penal 470 (Crime contra a administração em geral, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Data de autuação: 12/11/2007)

Jefferson Campos (PSB) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 521 (Corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Data de autuação: 15/10/2009)

Abelardo Camarinha (PSB-SP) – eleito deputado federal – réu nas Ações Penais 417 (Crime ambiental. Data de autuação: 11/04/2007) e 441 (Crime contra Lei de Licitações e responsabilidade. Data de autuação: 02/08/2007)

Sergipe

Heleno Silva (PRB) - eleito deputado federal como Pastor Heleno. Foi um dos deputados denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 15233-58.2008.4.01.3600 na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Jackson Barreto (PMDB-SE) – eleito vice-governador – réu nas Ações Penais 357 (Peculato. Data de autuação: 13/11/2003); 372 (Crime contra a administração em geral. Data de autuação: 19/05/2004); 377 (Peculato (c/ parecer da PGR pela extinção da punibilidade). Data de autuação: 09/08/2004; 488 (Peculato. Data de autuação: 23/05/2008), e 431 (Peculato. Data de autuação: 22/06/2007)

Tocantins

Pastor Amarildo (PSC) - eleito a 2º suplente de senador João Ribeiro (PR-TO). Foi um dos deputados denunciados pela CPI dos Sanguessugas. Responde ao processo 3067-23.2010.4.01.3600 na Justiça Federal de Mato Grosso pelos crimes de quadrilha ou bando, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

João Ribeiro (PR) – eleito senador – réu na Ação Penal 399 (Peculato. Data de autuação: 24/11/2005)

Lázaro Botelho (PP) – eleito deputado federal – réu na Ação Penal 472 (Crime eleitoral. Data de autuação: 11/12/2007).

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Só 35 deputados federais se elegeram com seus votos

04/10/2010 - 17h56
Só 35 deputados se elegeram com seus votos
Nada menos que 478 eleitos foram beneficiados pela coligação com os puxadores de voto, como Tiririca e Garotinho
Fonte: Congresso em Foco
Eduardo Militão

Luciana Genro foi a deputada não eleita mais votada do Brasil

As regras de votação para vereadores, deputados estaduais e federais no Brasil permitem que alguns parlamentares, mesmo bem votados, fiquem de fora dos cargos públicos, enquanto outros entrem em seus lugares “puxados pelos bons de voto”. No domingo (3), apenas 35 deputados foram eleitos com seus próprios esforços, revela levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a ser divulgado ainda nesta segunda-feira.

Veja lista dos deputados federais eleitos

A lista dos 35 que se elegeram sozinhos

Ou seja, os 478 restantes entrarão na Câmara em 2011 com a ‘ajudinha’ de outros. O deputados mais votados do país – Tiririca (PR-SP), com 1,35 milhão de votos, e Anthony Garotinho (PR-RJ), com 635 mil – vão levar com eles uma dezena de colegas que não convenceram tanta gente assim que eram os melhores para ocupar uma cadeira no Congresso. Em Brasília, está o deputado mais votado proporcionalmente do país. José Reguffe (PDT-DF) teve 18,95% do votos válidos do Distrito Federal. Ele também puxou alguns políticos de sua coligação com ele.

Na outra ponta, estão os menos votados. Em Roraima, estado com o menor eleitorado, Chico das Verduras (PRP) vai ser deputado com apenas 5.873 votos. À sua frente, Raul Lima (PP-RR) teve 8.331.

Proporcionalmente, o deputado federal menos apoiado pelos eleitores foi o ex-big brother Jean Wyllys (PSOL-RJ), com 0,16% dos votos válidos – apenas 13 mil votos, insuficiente para se tornar deputado estadual em Goiás, por exemplo. Mas Wyllys vai ser o novo deputado do PSOL, graças à votação expressiva de colega de partido Chico Alencar, que teve 240 mil votos.

OS MAIS VOTADOS

Candidato eleito - Partido - UF - Votos - %
TIRIRICA - PR - SP - 1352147 - 6,35
GAROTINHO - PR - RJ - 693705 - 8,68
GABRIEL CHALITA - PSB - SP - 559669 - 2,63
REGUFFE - PDT - DF - 266465 - 18,95
MARCIO BITTAR - PSDB - AC - 51776 - 15,37
MARINHA RAUPP - PMDB - RO - 99862 - 14,27

*Em negrito, os mais votados proporcionalmente

OS MENOS VOTADOS, mas também eleitos

Candidato eleito - Partido - UF - Votos - %
CHICO DAS VERDURAS - PRP - RR - 5873 - 4,57
RAUL LIMA - PP - RR - 8331 - 3,77
BERINHO BANTIM - PSDB - RR - 10088 - 2,66
JEAN WYLLYS - PSOL - RJ - 13016 - 0,16
SALVADOR ZIMBALDI - PDT - SP - 42709 - 0,2
PAULO FEIJO - PR - RJ - 22619 - 0,28

*Em negrito, os menos votados proporcionalmente


As mesmas regras impediram a deputada Luciana Genro (PSOL-RS) de continuar com o mandato.

De acordo com a coluna “Vox publica”, do especialista em pesquisas e estatísticas José Roberto de Toledo, ela foi a parlamentar não-eleita que obteve mais votos no Brasil.
Foram 129 mil votos, mais do que o apoio obtido por Sérgio Morares (PTB-RS), o deputado “que se lixa” para a opinião pública e teve o apoio de 97 mil gaúchos.
O prestígio de ser filha do ex-ministro da Justiça Tarso Genro (PT) não ajudou Luciana. De acordo com Toledo, pelas regras do sistema proporcional, a deputada precisaria de 193.126 votos dos gaúchos para continuar seu mandato no ano que vem.

Alternativas
O diretor de documentação do Diap, Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, diz que o sistema atual procura dar espaço para as minorias da sociedade, que são representadas pelos pequenos partidos, os que mais se beneficiam das regras. O mesmo sistema permite que Tiririca (PR) se eleja sozinho e traga junto com ele parlamentares como Valdemar Costa Neto PR-SP) e Milton Monti (PR-SP).

Entretanto, Toninho entende que o sistema deve ser aperfeiçoado. No Congresso, tramitam propostas para mudar o sistema proporcional para o de voto distrital e voto distrital misto. No primeiro, os estados são divididos em distritos e o mais votado em cada um deles é eleito. “Mas isso privilegia o poderio econômico”, critica o diretor do Diap, lembrando que, nos EUA, um deputado geralmente só deixa de ser reeleito para a Câmara quando morre.
O outro sistema mistura o regime atual com o distrital. Os eleitores votariam em dois vereadores, dois deputados estaduais e dois federais. Um seria eleito com base na regras atuais, beneficiando-se das coligações. O outro, com base nos distritos.

Sem discussão
Toninho diz que não existe no Congresso discussão para fazer a eleição de deputados bem mais simples, igual à dos senadores. Ou seja, os mais votados em cada estado seriam eleitos. Ninguém seria beneficiado com “puxadores de votos”.
“É uma outra alternativa. Seria um dos caminhos de escolher”, reflete o diretor do Diap. “Acho que, no final, poderia eventualmente massacrar os pequenos partidos. Sinceramente não tenho opinião formada”, conta Toninho.

Eleitor pune nas urnas candidatos fichas-sujas

04/10/2010 | 08h20 | Resposta
Eleitor pune nas urnas candidatos fichas-sujas
Fonte: www.pernambuco.com

A indefinição sobre o futuro dos candidatos enquadrados na Lei da Ficha Limpa mudou o quadro político que vinha se desenhando ao longo dos meses em alguns estados. Candidatos que apareciam bem nas pesquisas no início da campanha terminaram a disputa sem votos suficientes para disputar o segundo turno, nos casos dos governadores, ou sem chances de aparecer entre os dois mais votados na disputa ao Senado. Fugiram à regra Jader Barbalho (PMDB-PA) e Cassio Cunha Lima (PSDB-PB). Ambos esquentaram a briga por uma vaga de senador, apesar de ter sido barrados pela Justiça Eleitoral. A quantidade de votos que receberam fez com que os nulos computados, entre os quais se incluíam os deles, fossem superior ao número de votos dos demais candidatos.

Na lista de abandonados pelos eleitores na última hora está o candidato ao governo de Rondônia, Expedito Júnior (PSDB), que iniciou a disputa liderando as intenções de votos. Na melhor fase da sua campanha, ele chegou a aparecer vencendo o pleito já no primeiro turno. No domingo, as urnas surpreenderam e o colocaram em terceiro lugar. Com os votos recebidos computados como nulos, o tucano nem precisou esperar a divulgação para saber que as coisas para ele tinham dado errado. Confucio Moura (PMDB) e João Cahula (PPS) atingiram 80% dos votos e vão para o segundo turno.

Em Santa Catarina, o candidato barrado Rogério Novaes (PV) também não chegou nem perto de atrapalhar a vitória de Raimundo Colombo (DEM), que venceu já no primeiro turno com 52,7% das intenções de votos. Ele foi considerado ficha-suja porque teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) quando exerceu o cargo de presidente do Conselho Regional de engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina (CREA/SC).

No Distrito Federal, Maria de Lourdes Abadia (PSDB), barrada por ter comprado votos nas eleições de 2006, também teve desempenho nas urnas bem inferior ao que se desenhava nas pesquisas. Levantamentos apontavam que ela estava em terceiro lugar na disputa pelo Senado. O candidato a senador pelo Espírito Santo José Carlos Gratz (PSL), também não teve votos suficientes para interferir na disputa ao Senado. Depois de ser impugnado por ter sido cassado por abuso de poder político na campanha de 2002 e de ter ficado inelegível por oito anos, ele teve de assistir à vitória de Ricardo Ferraço (PMDB) e Magno Malta (PR). Juntos, eles tiveram 80% dos votos. Se Gratz tivesse recebido todos os nulos, seu percentual não passaria de 8%. Em Goiás, Adib Elias (PMDB) também não levaria uma das vagas de senador, mesmo que se livrasse das proibições da Lei da Ficha Limpa. Todos os votos nulos computados no estado chegaram apenas a 18%.

Além do Pará e da Paraíba, os votos recebidos por candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa também emperrou o resultado final na disputa pelo Senado em Rondônia. Com 99% das urnas apuradas, o cenário era indefinido, já que os votos nulos somavam pouco mais de 38%. O percentual é bem superior ao número obtido pela segunda colocada Fátima Cleide (PT), que teve 23% da preferência dos eleitores. A definição somente será dada quando forem divulgados os votos recebidos por Ivo Cassol (PP) e Melk Donadon (PHS).

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, considerou que o cenário das vitórias nesta eleição representam um sinal de que a Lei da Ficha Limpa tem valido a pena. "Estamos convencidos que essa lei prestou um serviço importante", disse. Segundo ele, todos os recursos apresentados pelos candidatos enquadrados nas proibições da norma devem ser julgados antes da diplomação.

Do Estado de Minas

Veja os 94 deputados estaduais eleitos por São Paulo

Veja a lista dos deputados estaduais eleitos por São Paulo
Publicada em 04/10/2010 às 08h25m
O Globo

SÃO PAULO - A coligação PSDB/DEM elegeu 31 deputados estaduais em São Paulo - 23 tucanos e oito democradas. O PT conseguiu eleger 24 candidatos, o PRB dois e o PR um, elevando o total da coligação a 27. O Partido Verde (PV) fez a terceira maior bancada, com 9 eleitos. A seguir estão PTB (4), PMDB (4), PDT (4), PSC (4), PSB (3), PSOL (1), PP (1). O neto do ex-governador Mário Covas, Bruno Covas (PSDB), foi o deputado estadual mais votado, com 239.150 votos, seguido por Paulo Alexandre Barbosa (PSDB/DEM), com 215.061.

Veja a lista dos deputados estaduais eleitos:
1 - BRUNO COVAS - PSDB - DEM / PSDB - 239.150 (1,13%)
2 - PAULO ALEXANDRE BARBOSA - PSDB - DEM / PSDB - 215.061 (1,01%)
3 - FERNANDO CAPEZ - PSDB - DEM / PSDB - 214.592 (1,01%)
4 - CAMPOS MACHADO - PTB - 214.519 (1,01%)
5 - PEDRO TOBIAS - PSDB - DEM / PSDB - 198.379 (0,93%)
6 - EDINHO SILVA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 184.397 (0,87%)
7 - BARROS MUNHOZ - PSDB - DEM / PSDB - 183.859 (0,87%)
8 - BALEIA ROSSI - PMDB - 176.787 (0,83%)
9 - RUI FALCÃO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 174.691 (0,82%)
10 - ENIO TATTO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 161.170 (0,76%)
11 - RITA PASSOS - PV - 154.351 (0,73%)
12 - ALENCAR - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 154.272 (0,73%)
13 - GIL ARANTES - DEM - DEM / PSDB - 145.128 (0,68%)
14 - ORLANDO MORANDO - PSDB - DEM / PSDB - 138.630 (0,65%)
15 - FELICIANO - PV - 137.573 (0,65%)
16 - ANDRE SOARES - DEM - DEM / PSDB - 136.919 (0,64%)
17 - MAJOR OLIMPIO - PDT - 135.409 (0,64%)
18 - GERALDO CRUZ - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 131.206 (0,62%)
19 - SAMUEL MOREIRA - PSDB - DEM / PSDB - 130.865 (0,62%)
20 - CARLOS GRANA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 126.973 (0,60%)
21 - ANALICE FERNANDES - PSDB - DEM / PSDB - 125.116 (0,59%)
22 - RODRIGO MORAES - PSC - PSC / PHS - 124.278 (0,59%)
23 - CELINO - PSDB - DEM / PSDB - 123.667 (0,58%)
24 - MAURO BRAGATO - PSDB - DEM / PSDB - 123.283 (0,58%)
25 - SIMÃO PEDRO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 118.453 (0,56%)
26 - ANA PERUGINI - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 115.342 (0,54%)
27 - ALEX MANENTE - PPS - 114.714 (0,54%)
28 - JOÃO PAULO RILLO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 111.822 (0,53%)
29 - JOÃO ANTONIO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 110.684 (0,52%)
30 - CARLOS BEZERRA JR. - PSDB - DEM / PSDB - 107.837 (0,51%)
31 - ROBERTO MORAIS - PPS - 107.145 (0,50%)
32 - MILTON LEITE FILHO - DEM - DEM / PSDB - 106.538 (0,50%)
33 - DONISETE BRAGA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 105.436 (0,50%)
34 - LUIZ MOURA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 104.705 (0,49%)
35 - GONDIM - PPS - 104.663 (0,49%)
36 - EDMIR CHEDID - DEM - DEM / PSDB - 104.602 (0,49%)
37 - ESTEVAM GALVAO - DEM - DEM / PSDB - 101.883 (0,48%)
38 - CARLOS GIANNAZI - PSOL - 100.808 (0,47%)
39 - ISAC REIS - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 100.638 (0,47%)
40 - RAFAEL SILVA - PDT - 97.183 (0,46%)
41 - VINICIUS CAMARINHA - PSB - 97.028 (0,46%)
42 - GILMACI SANTOS - PRB - PRB / PT / PR / PT do B - 96.976 (0,46%)
43 - LUIZ CLAUDIO MARCOLINO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 96.594 (0,46%)
44 - ROBERTO ENGLER - PSDB - DEM / PSDB - 95.279 (0,45%)
45 - CARUSO - PMDB - 94.894 (0,45%)
46 - ANTONIO MENTOR - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 94.174 (0,44%)
47 - CÉLIA LEÃO - PSDB - DEM / PSDB - 93.318 (0,44%)
48 - GIRIBONI - PV - 93.123 (0,44%)
49 - CELSO GIGLIO - PSDB - DEM / PSDB - 91.289 (0,43%)
50 - PASTOR DILMO DOS SANTOS - PV - 90.909 (0,43%)
51 - CORONEL EDSON FERRARINI - PTB - 90.466 (0,43%)
52 - TELMA DE SOUZA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 90.361 (0,43%)
53 - GERSON BITTENCOURT - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 89.920 (0,42%)
54 - PADRE AFONSO - PV - 87.674 (0,41%)
55 - ROGERIO NOGUEIRA - PDT - 86.985 (0,41%)
56 - ALDO DEMARCHI - DEM - DEM / PSDB - 86.672 (0,41%)
57 - ANDRE DO PRADO - PR - PRB / PT / PR / PT do B - 86.346 (0,41%)
58 - LECI BRANDÃO - PC do B - 86.298 (0,41%)
59 - MARCOS ZERBINI - PSDB - DEM / PSDB - 85.678 (0,40%)
60 - ROQUE BARBIERE - ROQUINHO - PTB - 84.012 (0,40%)
61 - JOOJI HATO - PMDB - 83.855 (0,40%)
62 - ROBERTO MASSAFERA - PSDB - DEM / PSDB - 81.380 (0,38%)
63 - HAMILTON PEREIRA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 80.963 (0,38%)
64 - HEROILMA SOARES TAVARES - PTB - 80.819 (0,38%)
65 - ANA DO CARMO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 80.452 (0,38%)
66 - MARCOS MARTINS - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 80.131 (0,38%)
67 - ITAMAR BORGES - PMDB - 79.195 (0,37%)
68 - REINALDO ALGUZ - PV - 78.964 (0,37%)
69 - HELIO NISHIMOTO - PSDB - DEM / PSDB - 78.906 (0,37%)
70 - ADRIANO DIOGO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 77.924 (0,37%)
71 - GILSON DE SOUZA - DEM - DEM / PSDB - 77.664 (0,37%)
72 - ARY FOSSEN - PSDB - DEM / PSDB - 76.406 (0,36%)
73 - SEBASTIÃO SANTOS - PRB - PRB / PT / PR / PT do B - 73.805 (0,35%)
74 - MILTON VIEIRA - DEM - DEM / PSDB - 71.523 (0,34%)
75 - ZICO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 71.502 (0,34%)
76 - CARLÃO PIGNATARI - PSDB - DEM / PSDB - 70.337 (0,33%)
77 - MARCO AURÉLIO DE SOUZA - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 69.485 (0,33%)
78 - CHICO SARDELLI - PV - 68.721 (0,32%)
79 - DAVI ZAIA - PPS - 68.658 (0,32%)
80 - JOSÉ CANDIDO - PT - PRB / PT / PR / PT do B - 68.202 (0,32%)
81 - MARIA LÚCIA AMARY - PSDB - DEM / PSDB - 67.804 (0,32%)
82 - PEDRO BIGARDI - PC do B - 67.758 (0,32%)
83 - PR. CARLOS CEZAR - PSC - PSC / PHS - 67.189 (0,32%)
84 - CAUÊ MACRIS - PSDB - DEM / PSDB - 66.412 (0,31%)
85 - ADILSON ROSSI - PSC - PSC / PHS - 64.646 (0,30%)
86 - WELSON GASPARINI - PSDB - DEM / PSDB - 62.679 (0,30%)
87 - GERALDO VINHOLI - PSDB - DEM / PSDB - 62.580 (0,29%)
88 - JOSE BITTENCOURT - PDT - 58.954 (0,28%)
89 - ED THOMAS - PSB - 57.853 (0,27%)
90 - CURIATI - PP - 57.727 (0,27%)
91 - MARCOS NEVES - PSC - PSC / PHS - 54.759 (0,26%)
92 - DR. ULYSSES - PV - 41.623 (0,20%)
93 - REGINA GONÇALVES - PV - 37.618 (0,18%)
94 - BOLÇONE - PSB - 31.274 (0,15%)

Eleição de deputado pode se definir só em dezembro

03/10/2010 - 17h14
Eleição de deputado pode se definir só em dezembro
Ficha Limpa e acúmulo de recursos devem levar para dezembro a confirmação da composição final das casas legislativas, prevê o ministro do TSE Arnaldo Versiani
Fonte: Congresso em Foco
Mário Coelho

Composição final das assembléias legislativas e da Câmara dos Deputados deverá ser confirmada pouco antes do início da diplomação dos candidatos eleitos, prevê o ministro do TSE Arnaldo Versiani.

O destino dos votos de candidatos barrados pela Justiça Eleitoral pode gerar uma situação problemática nas eleições deste ano. Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não definiu se eles serão considerados nulos ou serão contabilizados em favor da legenda, a composição final das bancadas nas assembléias legislativas e na Câmara dos Deputados só deverá ser confirmada até dezembro, quando começam as diplomações dos candidatos eleitos.

"Os votos em candidaturas com registros indeferidos, hoje, não valem para nada. Se eles forem deferidos, não há problema, o candidato é eleito e os votos contam para a legenda. A situação vai ficar problemática se eles forem indeferidos definitivamente", afirmou neste domingo (3) o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani. Para ele, não haverá dificuldade em julgar todos os casos de candidatos barrados com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10). "O problema é a indefinição do Supremo. Mas por serem mais de 200 candidatos, o número é pequeno", completou.

Na sexta-feira (1º), em sessão administrativa, o TSE decidiu que os votos em candidatos com registro indeferido serão divulgados logo após a totalização da contagem dos sufrágios. Porém, os ministros não decidiram o destino deles. Duas normas presentes na legislação eleitoral dão orientações distintas. Uma prevê que eles sejam considerados nulos. A segunda permite a distribuição para legendas, ajudando o partido a eleger outro parlamentar na eleição proporcional. "Essa decisão deve sair a partir de um caso concreto ou da posição tomada por algum tribunal regional eleitoral (TRE)", analisou Versiani.

Para o ministro, o maior problema reside no grande volume de candidaturas indeferidas, e ainda correndo com recurso, por outros problemas (além daqueles derivados da aplicação da Lei da Ficha Limpa), como falta de quitação eleitoral e de documentação. A expectativa de corte é que boa parte desses casos sejam analisados durante este mês.

Porém, numa previsão mais conservadora, Versiani aposta que a pauta será zerada só em dezembro, antes da diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral. Pela manhã, o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, afirmou que todos os recursos devem ser julgados até 31 de outubro.

domingo, 3 de outubro de 2010

Eleições 2010 - Pesquisa Boca de Urna - São Paulo

dom, 03/10/10por G1 Eleições |categoria Eleições 2010
Fonte: G1

Pesquisa Boca de Urna - São Paulo
Votos válidos:

Geraldo Alckmin (PSDB): 50%

Aloizio Mercadante (PT): 37%

Celso Russomanno (PP): 5%

Skaf (PSB): 4%

Fabio Feldman (PV): 3%

Paulo Bufalo (PSOL): 1%

Anai Caproni (PCO): 0%

Igor Grabois (PCB): 0%

Mancha (PSTU): 0%

SENADO

Aloysio Nunes (PSDB): 27%

Marta Suplicy (PT): 25%

Netinho (PC do B): 22%

Romeu Tuma (PTB): 10%

Ricardo Young (PV): 9%

Ana Luiza (PSTU): 1%

Ciro (PTC): 1%

Marcelo Henrique (PSOL): 1%

Moacyr Franco (PSL): 1%

Serpa (PSB): 1%

Dirceu Travesso (PSTU): 0%

Ernesto Pichler (PCB): 0%

Mazzeo (PCB): 0%

Afonso Teixeira (PCO): 0%



A pesquisa foi realizada no dia 3 de outubro de 2010. Foram entrevistados 7.300 eleitores em 50 municípios do Estado de São Paulo.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, considerando um grau de confiança de 99%.

Pesquisa contratada pela Globo Comunicação e Participações S.A e O Estado de S. Paulo.

Registro eleitoral: registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob registro nº 90441/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº 33623/2010.

sábado, 2 de outubro de 2010

MCCE recomenda voto contra políticos com ficha suja

MCCE recomenda voto contra políticos com ficha suja

Publicada em 01/10/2010 às 15h32m
Fonte: O Globo

BRASÍLIA - Por meio de nota, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), responsável pela coleta de assinaturas para a aprovação da Lei da Ficha Limpa, pediu para os eleitores não votarem em políticos com ficha suja. O MCCE também recomenda as pessoas a comparecer às urnas e não anular o voto para evitar a "a conquista do poder por pessoas descompromissadas com o bem comum"

Entre as entidades que compõem o MCCE estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Veja a íntegra da nota:
"O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, rede de organizações da sociedade civil responsável pela conquista da Lei da Ficha Limpa, chama a atenção de todo o eleitorado brasileiro para a importância da votação que se realizará no próximo domingo, dia 3 de outubro.

Enquanto aguardamos o pronunciamento do Supremo Tribunal Federal acerca da aplicação da Lei da Ficha Limpa a estas eleições e comemoramos o reconhecimento da sua constitucionalidade por aquela Corte, sugerimos a todos e todas que recusem voto a pessoas que ostentem condenações criminais ou que tenham renunciado para escapar de punições.

Não merecem voto os que sujeitaram mandatos políticos a escândalos, transformando instituições públicas em instrumentos do crescimento da sua riqueza material e de garantia de impunidade face a crimes cometidos.
Mais de 2 milhões de brasileiros - entre subscritores do formulário impresso e internautas - participaram da mobilização necessária à apresentação do projeto de lei de iniciativa popular que se converteu na Lei da Ficha Limpa, hoje aprovada por 9 entre 10 brasileiros que conhecem o seu teor (Ibope/AMB). Isso é prova de que a mobilização rende sempre bons frutos na luta contra a corrupção.
Não comparecer às urnas ou anular o voto são meios de facilitar a conquista do poder por pessoas descompromissadas com o bem comum. Sua participação cívica é, portanto, fundamental.

No dia das eleições você será o juiz. Faça do seu voto a sua sentença."